WE CARE.

A essência de tudo que fazemos está nas pessoas e na nossa capacidade de sermos empáticos, para a partir daí buscarmos soluções e não problemas

WE DELIVER.

Olhamos além da tradicional escopo, custo e tempo! Focamos na entrega de resultado, gerando valor para o cliente, sua equipe e a sociedade.

WE`RE CREATIVE.

“…Como “gestores de projetos”, nós somos tendenciosos (e fomos “doutrinados”) a pensar de forma linear. Como empreendedores, precisamos pensar de forma exponencial…”

Sobre Nós

A Framework é uma boutique consulting firm em Consultoria, Mentoria e Educação Corporativa focada em  Inovação, Gestão Estratégica e Gestão de Projetos . Trabalhamos em projetos de Transformação na Gestão ou como dizemos: Inovação na Gestão centrados na pessoas!

Como boutique consulting firm somos uma empresa que executa “projetos nunca antes realizados” para desenvolvimento de soluções para atender as necessidades ÚNICAS de clientes. E para isso utilizamos com base o Project Thinking, abordagem hídrida nossa que tem como base no Design Thinking, Gestão Visual, Agilidade, Neurociência Aplicada e PESSOAS!

CRIATIVIDADE
100%
EMPATIA
100%
HARD WORK
100%
MI MI MI MI
0%
COLABORAÇÃO
100%

A Equipe

Eduardo Freire

Eduardo Freire

Founder | Responsavel pela Evolução

Pai da Maria Júlia e da Melinda, suas fontes de inspiração e realização! Adora sair do zero para um, por isso trabalha com gestão de projetos. Empreendedor serial, palestrante, consultor, mentor, professor e pesquisador na áreas de inovação na gestão, empreendedorismo, transformação cultural e gestão da inovação. Desenvolveu o Project Thinking (abordagem inédita e pioneira de uso do Design Thinking na Gestão de Projetos) em 2013 como resultado de seu mestrado no CIN/UFPE. Hoje com mais de 1700 pessoas fizeram a imersão sobre o tema e 74 em processo de certificação. Foi agraciado com Prêmio Microsoft MVP Award 2011, 2012, 2013, 2014, 2015 e 2016 em Project, sendo uns 47 no mundo! 17 Anos de experiência em Gestão Estratégica de Projetos e Inovação na Gestão. Stanford Innovation & Entrepreneurship Certificate (in progress). Consultor ad-hoc da UNESCO. Mestre em Computação pelo CIN/UFPE .MBA em gerência de Projetos pela FGV e Pós em Projetos Públicos pela FIOCRUZ . Professor dos programas de MBA da Poli/UFRJ, UFRN, USP/ESALQ, UFPE e do MBA Internacional da DeVry. Mentor e Jurado do Invativa Brasil desde 2015. Jurado do MIT Challenge LATAM em 2018 e 2019

João Justo

João Justo

Consultor | Project Thinker

Sérgio do Nascimento

Sérgio do Nascimento

Partner Advisor - SP

Mestre em Engenharia Civil no IPT (Instituto de Pesquisas Tecnológicas); Consultor certificado PMP® pelo PMI® (Project Management Institute) e PRINCE2® Practitioner pela APMG. Professor convidado na FGV (Graduação, MBA, Pós-ADM e FGV Online), UFSCar, HSM Educação (professor e conteudista), IBEC, FACENS, SENAC, EPN/UniSantanna, e instrutor na DinsmoreCompass.PMI Rio (desde 2012) e PMI São Paulo (2004), VP de Operações (2015-2016); Diretor de Programas (2015); Conselho de Orientação (2013-2014); Mentor (2013-2014); coordenador da Revisão de Estatuto Social (2013-2014); conselho Fiscal (2011-2012); Membro das Comunidades de Estudos: Consulting; Earned Value Management; Energy, Oil, Gas & Petrochemical e Scheduling do PMI-USA; AACE (desde 2013), Diretor do PMI São Paulo (2014-2015).

Davi Rodrigues

Davi Rodrigues

14 anos de experiência no mercado de trabalho, vim da área técnica e depois de algum tempo recebi uma proposta quando trabalhava na indústria de plástico para ajudar na implantação do projeto de planejamento estratégico da organização, então me apaixonei pela gestão, e ela não saiu mais de mim, dou aulas como professor substituto, gosto sempre de esta me desafiando e buscando crescimento, possuo algumas certificações como a CAPM, SFC, nos 8 últimos anos foi dedicados a gestão de projetos, me formei em redes de computadores, pesquisei muito na academia sobre segurança da informação então ajudei por bastante tempo uma comunidade de software livre chamada “Viva o Linux” com mentoria e tira dúvidas, disponibilizando códigos e aplicações para melhorar a vida das pessoas na comunidade, fiz um MBA em gestão de projetos na DeVry onde tive a oportunidade de aprender com a experiência dos ótimos professores que contribuíram na minha formação e carreira. Hoje trabalho na Framework como Project Thinker atuando com gestão ágil de projetos, e contribuindo na sua operação.

"Não iremos entregar melhores resultados se não mudarmos a forma que estamos fazendo gestão de nossos projetos."

Eduardo Freire

Services

Sprints

Sprints

Precisando desenvolver algumas propostas de projetos inovadores para resolução de problemas? Project Sprint Precisando testar e/ou validar um modelo/proposta de negócios? Design Sprint Precisando Redesenhar Serviços? Service Design Sprint

Mentoria

Mentoria

Numa mentoria o Mentor agirá como uma referencia, uma pessoas disposta a demonstrar tudo que sabe, orientando, apontando direções e estabelecendo novos desafios que permitam que os mentorados desenvolver seu conhecimento tácito a partir de suas experiências. Ou seja mas do que ser somente um referência, o mentor irá fazer e facilitar os processo de aprendizagem e melhoria com times na jornada de transformação.

Aprendizagem

Aprendizagem

Nossos workshops ou Experiente Day funcionam com base “cases” e problemas reais utilizando de como fundamentos a andragogia: 1. Necessidade de saber: adultos precisam saber por que precisam aprender algo e qual o ganho que terão no processo. 2. Autoconceito do aprendiz: adultos são responsáveis por suas decisões e por sua vida, portanto querem ser vistos e tratados pelos outros como capazes de se autodirigir. 3. Papel das experiências: para o adulto suas experiências são a base de seu aprendizado. As técnicas que aproveitam essa amplitude de diferenças individuais serão mais eficazes. 4. Prontidão para aprender: o adulto fica disposto a aprender quando a ocasião exige algum tipo de aprendizagem relacionado a situações reais de seu dia-a-dia. 5. Orientação para aprendizagem: o adulto aprende melhor quando os conceitos apresentados estão contextualizados para alguma aplicação e utilidade. 6. Motivação: adultos são mais motivados a aprender por valores intrínsecos: autoestima, qualidade de vida, desenvolvimento. Além do uso de tecnicas e ferramentas de gaminification e design thinking.

Project Labs | Venture Builder

Project Labs | Venture Builder

A FWK pode ajudar sua organização com profissionais time de Project Thinkers para concepção e gestão de Project Labs (na corporação) e Ventures Builder para conexão com projetos e negócios inovadores (startups)

Fatos divertidos

Post IT
Projetos Entregues
Clientes Satisfeitos
Copos de Café

Blog da FrameWork

Os dilemas da inovação

Os dilemas da inovação: como no dia a dia os modelos tradicionais causam impacto nos trabalhos de inovação nas empresas.

 

Vemos muitas matérias pelo mundo (Jornal, revistas, sites, portais, bate-papo de boteco,  etc) sobre a tal transformação digital, que temos de ser inovadores, disruptivos e mudar os mindsets.

Ao mesmo tempo, vemos soluções prontas de sucesso por todos os lados: compre, aplique e veja os resultados instantaneamente, como o comercial dos produtos que deixavam seu abdômen bombado sem fazer força.

Se fosse tão simples assim meus amigos, eu mesmo teria comprado essa solução e até mesmo estudaria a fundo uma forma padrão e simples de resolver todos os problemas porém, na prática a teoria é outra.

Hoje vivemos no tal mundo VUCA (Volátil, Incerto, Complexo e Ambíguo) e conforme muito sabiamente ouvi Patrick Hollingworth (Consultor em inovação organizacional e autor de The Light and Fast Organisation: A New Way of Dealing with Uncertainty ) dessas letras a que mais importa é o C, de Complexidade, pois ele de fato afeta todas as outras.

Onde quero chegar?

Em explicar o contexto entre complexo e complicado.

Definimos muita coisa como complexa, mas usamos certo a palavra? E complicado? Estamos de fato usando da forma correta?

Vou colocar de uma forma que creio que seja simples, começando pelo complicado!

Complicado está atrelado aos modelos previsíveis, ele é uma soma básica que já se conhece o resultado final de forma “simples”, totalmente ligado a causa e efeito (3º Lei de Newton, uma das mais comuns do Universo), e os limites e restrições são rígidos e discretos, ou seja, é tudo muito óbvio e delimitado, sendo um ambiente favorável a presença de especialistas e totalmente favorável ao uso de boas práticas e replicação em série.

Agora vamos ao universo da complexidade.

A complexidade possui característica como total imprevisibilidade, você pode criar um cenário esperado, mas o número de variáveis pode ser tão grande que ainda assim surgirão situações como Cisnes Negros (Quando um evento não previsto previamente acontece, ou seja, é um evento que não notamos chegando e somente entendemos depois que acontece). Além disso a complexidade é imprevisível e emergente, isto é, as coisas surgem em uma velocidade surpreendente, vide o número de novos negócios, produtos e afins que temos hoje.

Outro ponto que amo na complexidade é referente aos limites e restrições, pois são permeáveis e facilitadores, ou melhor, o que em um soa como “seguro” na complexidade soa como possibilidade de exploração do novo, de avançar para horizontes diferentes e não explorados ainda!

E qual o motivo de escrever tudo isso?

Basicamente o que vivemos nos trabalhos da Framework e como Framework é, referente a conversão de modelos “Complicados” para modelos “Complexos”, dando suporte para que as pessoas que compõem um negócio possam, por meio de projetos, ter esse entendimento e compreensão do valor das mudanças que trabalhamos na gestão focam em levá-los para a complexidade, gerando ainda melhores e novos resultados para o negócio e para as pessoas.

Assim, nossa constante de trabalho é não saber o modelo ideal que trará os melhores resultados, mas guiar auxiliando a empresa a criar um ambiente e abrir caminho para que que eles deixem de ser um gráfico de linha (complicado) e passem a ser um modelo exponencial (complexo)!

 

João Justo

Flexibilidade no Trabalho

Flexibilidade no trabalho passou a ser uma regra!😁

A tecnologia estendeu o trabalho além horário e do escritório tradicional. Quem nunca respondeu um e-mail de trabalho durante a espera em uma fila ou terminou uma apresentação em casa depois do jantar? 👆👆

Por conta disso, os funcionários esperam manter um equilíbrio entre vida pessoal e profissional, tendo uma maior liberdade de onde e quando quiserem trabalhar, dentro de limites razoáveis. A flexibilidade acaba se tornando uma prioridade do candidato ao escolher/buscar uma vaga de emprego.
Ao mesmo tempo que a flexibilidade melhora a produtividade e a retenção, traz um novo desafio ao meio corporativo como dificuldades de colaboração e formação de vínculos entre as pessoas.
Em alguns setores essa flexibilidade é impossível, por exemplo: profissionais da área da saúde e manufatura. Em contrapartida o setor de tecnologia é o que mais apresenta condições flexíveis, 72%.😱
O que é bom para os funcionários, também, é bom para os negócios. Um estudo recente da Universidade de Starford na China, mostrou que permitir que os funcionários trabalhem em casa aumentou em 13% a produtividade e reduziu 50% a rotatividade.
Porém, o trabalho remoto/flexível também tem desvantagens, como: criar vínculos com a equipe, supervisão do trabalho e colaboração. E para driblar esses desafios, as empresas e funcionários estão cada vez mais adotando as vídeo conferências e mensagens, para criar uma proximidade com a equipe.
Deve ocorrer uma mudança de mindset dos colaboradores, o líder de cada equipe deve entender qual a demanda do time e qual tipo de flexibilidade é cabível e, também, deve ajudar com que os colaboradores mantenham-se conectados uns aos outros.

Rachel Villari

Referência: LinkedIn – Tendências Globais de Talentos, 2019.

Project Thinking e Project Sprint : Dicas e práticas

Hoje temos uma infinidade de abordagens, métodos, guias, frameworks, entre tantas outras ferramentas disponíveis para montar nosso “cinto de utilidades” e realizar nosso trabalho com melhores resultados.

Assim, hoje iremos falar sobre o Project Thinking e o Project Sprint.

Creio que a primeira pergunta que vem a sua mente é: qual a diferença entre um e outro?

O Project Thinking é uma abordagem, criada por Eduardo Freire, baseada em 5 fases que nos ajudam a partir de uma problemática para uma solução válida e aplicável para resolver o problema exposto.

Como dissemos, o Project Thinking é a abordagem e visando a aplicação dessa abordagem no mundo dos negócios, gerando resultados, é que surge o Project Sprint, o qual é um método, baseado no Project Thinking, porém com foco em seguir um jornada que nos auxilie a obter novos produtos, serviços, negócios, etc.

Assim, o Project Thinking nos mostra um caminho para que consigamos trabalhar nossas ideias e ao final ter uma solução para a problemática, já o Project sprint nos permite ir além, trabalhando executando os passos necessários para resolver o problema.

Creio que você deve ter lido e pensado: “Caramba, é disso que eu preciso!”. E eu te digo: cuidado!

A primeira dica é: abordagens e ferramentas sozinhas não fazem milagres! Para que possamos ter melhores resultados, a conscientização do time, o esclarecimento e o entendimento da contribuição que o time irá gerar após um Sprint, é essencial. Isso gera pertencimento, envolvimento e, também, mostra a importância dada pela empresa para suas ideias.

Sendo assim, é importante registrar as realizações de cada etapa! Usar a Matriz de aprendizado é extremamente importante, para que o time possa entender a evolução que teve durante a Sprint. Além disso, a aplicação de Sprints nas empresas, tem foco em gerar um Portfólio com possibilidades de projetos, logo, ao fim de cada Sprint, é importante que cada grupo tenha os registros referente a sua ideia para que a mesma possa ser avaliada mais profundamente e executada. Não realizar esses registros, culmina em ter de reunir novamente as pessoas, tentar levantar novamente as informações, quase que realizando uma nova Sprint somente de reuniões. Se nosso foco é ser ágil, esse é um tremendo desperdício que pode ser evitado durante a Sprint.

Outra prática importante é FOCO! O time deve estar de corpo, alma e mente nas Sprints, para que possam imergir na problemática, para que possam empatizar, para que possam focar na criação de soluções, sendo que qualquer “ruído” externo, pode prejudicar a performance de um Sprint, afetando os resultados finais!

Com a informação acima, vamos para uma dica: para rodar Sprints, o ideal é ter entre 15-16 pessoas, divididos entre 3 a 4 times. Esse número de pessoas é para que tenhamos um ambiente onde o responsável da Sprint possa atender a todos, conforme necessidade. Além disso, a divisão em 3 a 4 times é para que soluções diferentes surjam, afinal, poderíamos gerar somente um projeto para uma problemática, porém com essa divisão podemos gerar pelo menos de 3 a 4 soluções, onde todas elas podem ser aplicáveis e trazerem grandes ganhos ao negócio.

E quando falamos dessas soluções, um cuidado muito grande para quem conduz o Sprint é não ser sugestivo! A interação de quem está a frente da Sprint com o time deve ser de gerar questionamentos, de fomentar a execução de os suportar nos desbloqueios mentais que possam surgir e gerar black outs durante o processo, porém sendo extremamente cuidadoso para não ser sugestivo e atuar como player na elaboração das soluções.

Para isso, é importante preparo: muito mais do que executar um Sprint no modo “by the book”, é estar seguro sobre o entendimento de cada etapa, do que se espera como resultado, para que se tenha qualidade no input da próxima. Para isso é importante preparo por meio de treinamentos (onde recomenda-se possuir o nível de Master Project Thinker para rodar Sprints) e, também, de leituras complementares para entender a fundo todas as engrenagens que compões um Project Sprint.

Por fim e o mais importante é: não adianta sairmos com 3, 4 ou n soluções ao final da Sprint e não colocar para rodar e fazer acontecer! Como disse, o método sozinho não faz milagre e a realização da Sprint deve ter o foco em muito mais do que gerar portfólio, gerar resultados de impacto e de valor, por meio da execução, pois como diz o ditado “Não quer brincar, não desce pro play”.

 

 

João Justo

 

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